Brian M. Viveros do dia

27 Novembro , 2008 at 10:02 pm (Uncategorized)

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O cara é foda

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27 Novembro , 2008 at 4:13 pm (Uncategorized)

Como faz pra parar?

Pra encerrar?

Melhor: Como faço pra demosntrar tudo o que quero em apenas uma imagem, palavra ou letra?

Que, ao invés de voltar ao ponto inicial t-o-d-a-s as vezes sem nenhuma conclusão, houvesse algo que

PUFF!


0o!

sabe?

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26 Novembro , 2008 at 7:09 pm (Uncategorized)

A Objetividade Subjetiva

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Calvin do Dia

26 Novembro , 2008 at 6:14 pm (Uncategorized)

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Life

25 Novembro , 2008 at 8:33 pm (Uncategorized)

O google agora abriga todas as fotos da revista LIFE, de 1750 até hoje.

Essa daqui embaixo é da crise de 30.

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Percebe o porque piro tanto em fotografia? São situações que se tornam documentos históricos, mesmo que no momento seja algo corriqueiro e banal.

Retratam realidades que não prestamos atenção e nos fazem enxergar características que nos assemelham a ela. Porque é o momento. O Time saca, que mesmo não acontecendo de novo, se torna eterno naquele pedaço de papel.

A respiração parada, o pézinho torto, a piscada longa, quisá poético.

De verdade.

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Stop Motion

24 Novembro , 2008 at 8:45 pm (Uncategorized)

Stop Motion é maior legal né.

Acho que estou pondo vídeos demais aqui.

Vídeos demais aqui é maior legal né.

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24 Novembro , 2008 at 8:29 pm (Uncategorized)

marlyn-manson1

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24 Novembro , 2008 at 7:39 pm (Uncategorized)

Esse vídeo É muuuuuuito bom.

Faça o teste e veja se consegue: Quantos passes o time de branco faz?

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Óin!!

19 Novembro , 2008 at 3:18 pm (Uncategorized)

marlyn-manson

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Duda & Me

19 Novembro , 2008 at 2:33 pm (Uncategorized)

Existem coisas que só quando acontecem com a gente, podemos realmente sentir o que de fato é aquilo.

Ter cachorros é um exemplo nítido disso, ainda mais quando eles são grandes e suas expressões são ouvidas com um abanar de rabo.

Sou apaixonada pela minha pintada, louca por ela. Acordo de manha e ela, deitada na sua caminha do lado sobe na cama pra gente se apertar. E não é carinho ou afago, é APERTO mesmo. no rosto, na fuça, nas zorebas, aí, uma delicia.

Quando volto to trabalho, lá esta ela com a cara na janela. Entro em casa e damos um abraço beeem demorado, com direito a patinhas nas minhas costas, apertando as unhas de felicidade e saudades. Risadas soltas nós damos, com um sorriso de zóreba a zóreba. Coisa linda de se ver.

Esses dias estava entrando no banho com o som ligado, mas acho que havia algum vizinho no corredor do andar, que deu a impressão que havia alguém dentro do apto. Eu, mor-ren-do de medo, chamei meu cão farejador pra vasculhar os comodos comigo. Obviamente ia empurrando-a adentro dos quartos e da cozinha – com tudo apagado – porque, em tese, ela tem os extintos de sobrevivência e território mais aguçados do que eu né?

TANTO ORGULHO! Dudinha estava com um medo que se sentia no olhar, mas bravamente entrava nos quartos, dava duas olhadas e voltava pro meio das minhas pernas. Corajosa que só!, partindo do principio que o grau de coragem depende do seu grau de medo.

Porque nos entendemos. Realmente. Sei quando ela está com dor de barriga, tanto quanto ela sabe quando não estou num bom dia. Quando se machuca, ela confia que eu posso ajuda-la e, independente da sua dor, sempre recorre a mim e ao meu colo. Relação de confiança que temos, não travada por palavras, mas pela convivência e pelas ações.

Estou dizendo tudo isso pra falar do trailler de Marley & Me, que acabei de ver. Como todos sabem, o som aqui no meu trabalho não existe, mas MESMO assim, eu dei gargalhadas ao ver as cenas, porque mesmo no mudo, é tão engraçado quanto as (mesmas) coisas que a Duda faz.

O filme é feito em cima de best seller que eu tambem não li – e nem pretendo. Com o Owen Wilson, o bonitão com o nariz charmoso, e a Jennifer Aniston, parece ser aquelas comédias románticas DREAMPICTURES que, realmente, são engraçadas. Ok, no mínimo o trailler escolheu as cenas certas pra por.

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Some Things Cost More Than You Realise

18 Novembro , 2008 at 7:50 pm (Uncategorized)

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Nagi Noda

18 Novembro , 2008 at 7:38 pm (Uncategorized)

Encontrei esse vídeo aqui, e é dirigido pela Nagi Noda, que além de trabalhar como diretora, ela era designer gráfica e estilista. A moça morreu ano passado, aos 34 anos, por complicações de um acidente de carro que ela havia passado.

Estou no trampo e não tenho caixa de som. Se não gostar da música, desligue as caixinhas, porque o clipe é legal.

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17 Novembro , 2008 at 6:30 pm (Uncategorized)

E                 S                    T                    A                       F                                A

me cansam.

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Sylvia Ji

14 Novembro , 2008 at 9:55 pm (Uncategorized)

Unindo grafite e pin-ups, Sylvia Ji pinta lindos quadros, onde a provocação sexual é posta de frente com um ar de melancolia e nostalgia.

Suas pinturas são reflexos de si mesma, de pessoas que conhecem ou de simples figuras que passam por seus olhos.  StrongColors dão o calor e a força das imagens e os traços a delicadeza feminina. Algumas possuem o tom dos nossos hermanos mexicanos e há mais algumas dezenas pra conferir no site.

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Blender, my heroe.

14 Novembro , 2008 at 8:56 pm (Uncategorized)

Do mesmo criado de Simpsons, a série Futurama foi criada em 99 e é tão engraçada quanto.

Lembro que a via enquanto comia meu almoço e sério, RA-CHA-VA meu bico.

A série, que chegou a ganhar um Emmy, conta a história de Fry, um entregador de pizza de NY que, depois de cair em um tanque de criogênio, acorda mil anos depois, no ano 3000, num mundo onde as rodas foram abolidas, dando espaço aos carros flutuantes e o Natal virou um fuga contra um terrível robô Papai Noel, que pune todas as travessuras com bolas de vidro, armas lançadoras de brinquedo e esquartejamento.

Foram quatro temporadas de sucesso, mas em 2003 o contrato foi cancelado, porém, há porém, um longa será lançado, pela Comedy Central e cá está o teaser:

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With Men Who Know Tobacco Best

14 Novembro , 2008 at 8:18 pm (Uncategorized)

Galeria de anúncios entre 1932 e 1969.

É meio chatinho de se mexer. Há de se entrar janela uma a uma, vendo assim todas as suas “propriedades”, como a marca do produto e a data, porém, há porém, se você for até o final da página de cada ano e clicar no gallery view, todas as fotos serão abertas uma ao lado da outra.

0005Muito legal.

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14 Novembro , 2008 at 8:01 pm (Uncategorized)

Yoav Kotik é um designer de jóias israelense que montou uma linha intitulada de “precius metal”, onde as peças são feitas com tampinhas de garrafas. Ele também montou uma exposição em Tel-Aviv chamada de ‘in the spring’, onde pequenos objetos de decoração estsão expostos, como algumas flores, que vendo de perto, nota-se que pode ser feito em casa.

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14 Novembro , 2008 at 7:18 pm (Uncategorized)

Talvez sentindo que agora seja a hora.

Pressentimento.

Aos poucos se destacando. Saindo. Partindo.

Espontaneamente e involuntariamente.

Porque é assim que as coisas seguem.

O rio leva. Acontece. É.

Aquilo que clareia minha mente

Perturba meus pensamentos.

E o que de ruim eu sentiria,

Me dá mais forças pra acreditar naquilo que creio.

No mínimo curioso.

Mas não necessariamente emocionante, divertido e muito menos confortável.

É bem ruim. Ou não. Suportável, por mais que seja díficil.

Tão prevísivel que se torna remoto quando acontece. Não pra mim.

De volta para o passado, com intenções no futuro.

Quero ser grande, com o Tom Hanks.

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Criança no corpo de gente grande. Todos. Eu. Você.

Fundamentado em que? nele, que é o outro.

Não dá pra acreditar. Mas é.

O que muda é a situação, acha que evolui, mas continua no mesmo lugar.

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Remember Diet

14 Novembro , 2008 at 5:55 pm (Uncategorized)

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12 Novembro , 2008 at 5:46 pm (Uncategorized)

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Os olhos de Bergman

12 Novembro , 2008 at 5:41 pm (Uncategorized)

32 Lidando geralmente com questões existenciais e temas intrísecos às pessoas, como desejo, morte e religião, Bergman usou o cinema como forma de expressão e sobrevivência, saindo do foco sueco e atingindo o resto do mundo.

Criado no autoritarismo, filho de um pastor luterano, cresceu envolto de conceitos como pecado, perdão, castigo, etc. Em sua biografia ele relata que, ao contar alguma mentira, ele era obrigado a passar por certos tipos de punições, como desfilar vestido de mulher pela casa. Tal vergonha e humilhação se transformou em seus filmes.

Os elementos da natureza, em seus trabalhos,    além de servirem como cenário, são utilizados para que a dramaticidade seja exacerbada, como no filme Monika e o Desejo, em que o verão dá o ar de sensualidade para as cenas. Suas obsessões como o passar do tempo, a morte e a impossibilidade de comunicação são postas em contraponto de seu ótimo humor. Filmes de genêros diferentes retratam como o diretor enxerga a sua própria existência e do mundo a sua volta.

Apesar de todo o seu prestigio, ele foi acusado na década de 70 de burlar o fisco e desde então foi morar na ilha de Faro, onde só saía em ocasiões especiais, como encenar suas peças ou ir em programas de tv. Ele morreu ano passado, aos 89 anos, no mesmo dia em que Michelangelo faleceu.

e-mail marketing

Um ano depois de sua morte, começou no espaço Beto Batata Original a exposição “Os olhos de Bergam”, da fotógrafa Tânia Buchmann com imagens captadas em filmes do cineasta.

Apaixonada pelo cineasta, Tânia assistiu incontáveis vezes os quase 30 trabalhos do diretor, buscando explorar a intensidade dos olhares juntando a luz e as expressões nas 25 fotos expostas.
“Procurei cenas que se destacassem pela dramaticidade e excentricidade. Bergman sabia olhar de formas muito diferentes”, completa Tânia.

A exposição faz parte do trabalho de pós da fotografa e as fotos não estão a venda, já que o objetivo não é comercial.

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Abertura: 06/11/08 até 07/12/08

Local: Espaço Beto Batata Original

Endereço: R. Dr. Melo Alves, 769 – Jardins – SP

Telefone: 11-3062-2815

Horário de funcionamento: a partir das 11hs

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My Shot Dogs – National Geographic

12 Novembro , 2008 at 2:59 pm (Uncategorized)

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A.gonia

11 Novembro , 2008 at 4:57 pm (Uncategorized)

pessoas que olham por cima dos ombros dos outros me irritam.

tanto quanto aquelas que olham pelo canto do olho.

porque eu vejo. eu sei.

e encarar me dá mais tédio do que deixar passar.

vergonha alheia somado com vontade de falar “saí da bota”.

saí da bota.

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Inúmeras maneiras de se por um lenço

5 Novembro , 2008 at 4:54 pm (Uncategorized)

Site com inúmera maneiras de se vestir um lenço. ótimo para pessoas sem criatividade, como eu.

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Os 50 cartazes mais bonitos do cinema

5 Novembro , 2008 at 4:27 pm (Uncategorized)

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Arte com propagandas

5 Novembro , 2008 at 4:20 pm (Uncategorized)

02142Não vejo a hora de chegar em casa e recortar toooodas as propagandas que avistar pela frente.

muitos, muitos, muitos quadros.

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Na canela

5 Novembro , 2008 at 3:02 pm (Uncategorized)

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cheiro de passado

cheiro de mofado

de quem quer vestir o novo

mas não cabe nem no forro

vive dos outros

da teoria alheia

se deixa levar

como um peixe no mar

no auto falante

grita igual a um mutante

diz de sabedoria e melhoria

mas na sua barca, só entra sua cria

se precisar

vai passar

por cime dos outros,

que é você

da sua própria ditadura

de esquecer quem se é

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5 Novembro , 2008 at 2:34 pm (Uncategorized)

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André.

Não sei exatamente onde ele passa as tardes, mas já o vi zanzando pelo bairro com seu carrinho de compras esturricado de coisas inúmeras vezes. Ele passa as noites na frente de uma loja, que fica do lado da minha casa. Praticamente vizinhos.

Sempre conversamos, mas muito pouco. Papo de elevador diria, pergunto como ele está, sobre as novidades, etc, mas logo estou correndo atrás da minha cachorra que nunca faz questão de ouvir os meus chamados.

Esses dias realmente parei pra ouvi-lo. Não sei se é por morar na rua ou se é isso que o fez morar na rua, mas o André se difere daqueles que passam todos os dias por ele. Seja pelo seu modo de falar ou por sua organização de pensamentos. Parece uma criança que rodeia em volta de um mesmo trauma quando questionado, mas sabe que se ousar pensar em todo o contexto, irá pirar mais ainda. Dá pra ver no olhar.

Disse que quando se está em uma família e não se é da família, as pessoas sempre fazem de tudo para tirá-lo. Adotado, viveu em algumas casas e por ser maior de idade, “as pessoas não tinham mais obrigação de tê-lo”. Veio para São Paulo com o irmão e, a partir daí, tudo ficou mais difícil para eu entender, ele começou a contornar as palavras e percebi que sobre isso ele não iria dizer muita coisa.

Não tinha o que dizer. Parecia que, ao contar sua história, tinha acordado os seus demônios. Sua respiração ofegante, seus passos inquietos, mãos no ar e olhar de indignação.

Todos que passavam já imaginavam que ele estivesse bêbado ou fosse louco. Até poderia estar, mas isso não o tornava mais perigoso do que eles próprios.

Falou que tem alguns parentes em São Paulo – de consideração – e no nordeste. Mas disse que não adianta contatar, porque eles não vão se importar.

E o problema é esse. Estamos tão acostumados a nos importar primeiramente com a nossa felicidade e nada mais que virou natural excluir o outro da sua vida em nome da paz de espírito.

Em todas proporções, desde daqueles que abandonam ou largam mão de quem já não interessa até aqueles que furam a fila do banco. No fundo é tudo a mesma coisa.

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5 Novembro , 2008 at 1:01 pm (Uncategorized)

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quanto mais me aproximo, mas quero distância

daquilo que me da repugnância

no campo de visão aberto

dois por um, sempre por perto

o discurso é sempre o mesmo

fala por si

mas morre de medo

da verdade que é

que se consola na ré

precisa provar

para que ninguém possam comprovar

que sua inficiência

é fruto de uma mente tão pequena

o cheiro é o mesmo

por mais que tente enganar

sua postura só vai mudar

quando essa peça acabar

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3 Novembro , 2008 at 6:50 pm (Uncategorized)

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