24 Novembro , 2009 at 11:34 pm (Uncategorized)

Há dois meses com a clavícula quebrada. Há dois meses mofando igual uma condenada.

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Mr. Bombastic?

14 Novembro , 2009 at 11:20 pm (Uncategorized)

Quinta feira rolou um show do Black Alien no Jive, no bairro da Santa Cecilia.

Gosto muito do som e fazia tempo que nao ia. E havia me esquecido que ver um bom show  e´questao de sorte e do bom senso do Gustavo. Depois de esperar por mais de tres horas, ele entrou, murmurou Mr. Bombastic, cantou uma musica com a ajuda do sempre amigo coro e pediu agua. Uma pausa pra tanto trabalho. Fomos embora ne´, pelo ipod e´  muito melhor.

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13 Novembro , 2009 at 8:13 pm (Uncategorized)

Debate sobre a legalização da maconha no programa do Ratinho, no SBT.

Uma discussão válida, com a participação da Soninha e de um cara representando a Marcha da Maconha. O triste é ver o direcionamento, que por mais que haja um debate, por exemplo, é explicito.

Perguntas para o povo, onde filmam alguém que com certeza não usa SÓ maconha, e põem a música do Bob Marley de fundo. A mãe dando o depoimento da filha usuária de maconha “ela comia tudo o que via pela frente.Passou a gostar de feijão, 3 conchas de feijão. E líquido, muito líquido.”.

Não quero diminuir os sentimentos alheios, mas é difícil ver ignorância revestida de razão e teoria. Coitada da Soninha. Vê-la querer concluir uma idéia sem sucesso é fadigante. Informações erronêas. Errôneas.

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Legado Antigo

8 Novembro , 2009 at 10:10 pm (Uncategorized)




Legado Antigo

Upload feito originalmente por Emy Sato

Jardim Do Édem

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Margaret Durow

8 Novembro , 2009 at 6:57 pm (Uncategorized)

margaret_durow_04

http://margaretdurow.com/

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Frases Para Entender O Brasil

6 Novembro , 2009 at 3:03 am (Uncategorized)

Adoro quando há esse post no blog do Sakamoto. é como um episódio especial, bizarro saca. Veja essa. ApertAqui pra ler outras:

Tema: Castidade

“Queremos desmatamento zero… mas a partir de agora.”

Luiz Carlos Heinze, deputado federal (PP-RS), defendendo que se passe uma borracha no passado, através de uma anistia ampla, geral e irrestrita para os crimes ambientais cometidos até agora. Ele considera os alertas sobre o aquecimento global uma paranóia. Provavelmente, tal qual aquela paranóia da qual falava seu partido, a Arena, durante a ditadura: de que o governo matava opositores do regime… E, da mesma forma que os reacionários interpretam a Anistia de 1979, ele quer absolver e ignorar o passado para construir o futuro – como se isso fosse possível.

Santo Agostinho, quando entendeu que devia se converter mas não tinha coragem para tanto, disse: “Senhor, dai-me a castidade… mas não ainda.” Sem ser santo ou filósofo, o deputado também defende um mundo melhor. Mas não ainda.

Tema: A propriedade privada

“Podemos até decretar prisão perpétua nesses casos, mas não podemos colocar em risco o direito de propriedade.”

Ronaldo Caiado, deputado federal (DEM-GO), fundador da União Democrática Ruralista (UDR) e líder da bancada ruralista no Congresso Nacional, ao criticar a proposta de emenda à Constituição que possibilitaria confiscar as terras de quem usa trabalho escravo e destiná-las à reforma agrária. No jornal Correio Braziliense de hoje.

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6 Novembro , 2009 at 2:55 am (Uncategorized)

- Pode botar aí. Não posso deixar de votar nela. É por demais forte, simbolicamente para eu não me abalar. Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é uma cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem.

Caetano Veloso

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Trabalho Escravo? Claro!

2 Novembro , 2009 at 10:56 pm (Uncategorized)

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Trabalho Escravo?

A Superintendêndia de Trabalho do Espírito Santo libertou 17 trabalhadores que se encontravam em situações análogas a escravidão no último mês. A empresa é a telefonia celular Claro e o encargo seria construir canaletas para acomodar os cabos óticos da operadora.

Contratados pelo “gato” no norte do RJ, os trabalhadores caminhavam 3 km até chegar no local para trabalhar. Depois de reclamarem, uma carreta foi contratada. Eles dormiam no chão e além de terem um banheiro pra dividir, não tinham produtos de higiene pessoal, visto que não haviam recebido até então. Também não havia água potável e a comida era feita pela esposa do “gato”, devidamente cobrada em reais.

O turno chegava a doze horas, indo ds 6:00 am as 18:00 pm e o salário seria contado por 7 R$ por metro cavado, sendo que 2 R$ ficava pro “gato” e sua esposa. Mas tudo estava indo muito devagar e então o empregador resolveu abaixar o salário para 5 R$, ou seja, tal conta complicada tem como resultado 3 R$. Muito trabalho pra pouco dinheiro.

Parte desse problema se encontra na terceirização exacerbada que visa transferir e diluir a responsabilidade empresarial até ela não existir mais. No caso de Espírito Santo, o “gato” havia sido contratado pela Dell Subempreitara, que por sua vez estava a serviço da Relacom Engenharia e Telecomunicação e que enfim prestava contas para Claro. Imputar a responsabilidade apenas na primeira camada da questão e achar que o tal “gato” se assemelha a um carrasco, uma ilusão muitas vezes vista como realidade. O gato é mais um fiasco social ocasionado por realidades como essa, que empresas multimilionárias nos fazem passar. Um ciclo vicioso de exploração.

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Quando Matam Um Sem Terra

2 Novembro , 2009 at 9:48 pm (Uncategorized)

Cantor e compositor Pedro Munhoz é trovador e afirma ter sofrido duas tentativas de prisão pelo governo de Yeda, pelo simples ato de trovar. O incomodo se chama Quando Matam Um Trovador:

Quem contar tráz à memória,
sabendo que a dôr existe,
quando a morte ainda insiste,
em calar quem faz a História.
Pois quem morre não tem glória,
nem tão pouco desespera,
é um valente na guerra,
tomba, em nome da vida.
Da intenção ninguém duvida,
quando matam um Sem Terra.

Foi assim nesta jornada,
quando mataram mais um,
o companheiro ELTON BRUM,
não teve tempo prá nada.
Numa arma disparada,
o Estado é quem enterra
e uma vida se encerra,
em nome da covardia.
Toda a nossa rebeldia
quando matam um Sem Terra.

È o desatino fardado,
armado até os dentes,
até esquecem que são gente,
quando estão do outro lado.
E vestidos de soldado,
todo o sonho dilacera,
violência prolifera
tiro certeiro, fatal.
Beiram o irracional,
quando matam um Sem Terra.

Quem és tu, torturador,
que tanta dôr desatas,
desanima e maltrata
o humilde plantador?
Negas a classe, traidor,
do povo tudo se gera,
te esqueces devéras,
debaixo de um capacete.
Dá a ordem o Gabinete,
quando matam um Sem Terra.

Em algum lugar da pampa,
ELTON deve de estar,
tranquilo no caminhar,
jeito humilde na estampa.
E algum céu se descampa,
corajem se retempera,
outras batalhas se espera,
dois projetos em disputa.
Não se desiste da luta,
quando matam um Sem Terra.

PEDRO MUNHOZ
Barra do Ribeiro / RS
27.08.09

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Sem Ordem ou Progresso.

2 Novembro , 2009 at 9:30 pm (Uncategorized)

ferrez2

Li uma entrevista na Caros Amigos com o escritor Ferrez, conhecido por retratar a vida na perferia e sua luta contra um Estado opressor e ausente.

Seu ponto de vista sobre a ordem imprime ao mesmo tempo a cena real da favela e a ilusão distante da camada detentora do poder, que assiste a vida como um reallity show comandado pelo Datena. Tendo trabalhado no PT e convidado para participar de tantos outros partidos políticos, ele entendeu a luta utópica da vida sincera e viu que ali – definitivamente –  não era o seu lugar. O Pcc sim, esse existe e , por mais que não faça parte dele e independente se sua ação é benéfica ou maléfica ( ou quisá um pouco dos dois), comanda a cidade. A policia não existe mais pra ajudar, agora ela bota medo enquanto treina seus aspirantes na casa de morador do morro. O político que grita na época de eleições some assim que ganha a primeira placa preta do carro e quando o bicho pega fogo, o máximo que faz é dar passagem De Volta A Minha Terra, como no caso da desapropriação que ocorreu no Capão Redondo em agosto desse ano.

Ele diz que quem não mora na favela não tem noção do que se passa ali. E não tem mesmo. A propriedade privada deixou de ser apenas um bem, virou motivo de comparação que avalia a integridade de determinado nicho. O descaso surge daí, o ódio erroneamente direcionado faz pisar no pé errado e a população se come, enquanto os palhaços deitam e rolam como donos do circo.

O estopim vem sendo formentado com o soco na cara da população todos os dias e como o próprio título do texto diz, a periferia de São Paulo pode explodir a qualquer momento. justo, pra uma população que toma na cabeça da hora que acorda até o fim do dia.

No site Ainda A Mosca Azul possue um texto que explica um pouco mais o cenário. Percebe-se que não é uma questão ideológica, mas sim da corrupção que acontece no alto escalão e que limita o bom treinamento e condições dignas de trabalho. A PM é mal paga e em cidades como no Rio de Janeiro -  e São Paulo, diga-se de passagem – sua integridade física é posta em prova mesmo nas suas próprias casa. São treinados como justiceiros, que atiram antes de perguntar. A lavagem cerebral que encontra a causa para soltar todos os demônios e que faz esquecer o fato de que talvez o baleado não seja o real ladrão. Ele continua sendo o vizinho, que foi por outro caminho, tal qual o seu.

 

Revolucion Meu Caro.

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2 Novembro , 2009 at 6:45 pm (Uncategorized)

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